Agosto/2013


Dê a si mesmo o presente mais valioso: ame-se!

Tem vezes que bate uma preguiça na gente… Não sei se é bem preguiça. Acho que é o cansaço. O corpo se desgasta, a mente também. Nessas horas, o melhor é deixar um pouco de lado as coisas muito sérias, aquelas que exigem de nós uma concentração mental muito grande. A mente precisa descansar, para que não entre em colapso. Não é que a gente deva esquecer ou negligenciar nossas obrigações, mas seria bom darmos prioridade àquilo que repousa o pensamento. Lazer, leituras fáceis, filmes, passeios, bate papo com amigos, jogos e tudo o mais que ajude a relaxar. As coisas mais urgentes, essas vão sempre merecer a nossa atenção, a qualquer momento. Mas não devemos fazer disso uma obrigação, apenas uma coisa que, naturalmente, deve ser feita. Às vezes, é melhor deixar passar um trabalho que pode esperar ou ser realizado por outros do que fazê-lo mal feito.


Podemos ser sinceros com amorosidade. Essa é a nossa parte. Cada um entende as coisas do seu próprio jeito. Essa é a parte do outro. Cada um dá o que tem e recebe o que pode. Dar o nosso melhor é a nossa parte. Receber conforme suas expectativas e desejos é a do outro. Devemos fazer a nossa parte, deixando ao outro compreender ou receber de acordo com a sua maturidade e o pedaço de si mesmo que consegue projetar em nós.


O segredo do sucesso não é a persistência. Não desistir? Pode ser, se bem que, às vezes, mudar de objetivo ou de estratégia é mais proveitoso. O segredo do sucesso não é, exatamente, segredo. É agir com fé, e fé não é algo que se impõe. Não adianta dizer que acredita, pensar que acredita, insistir que acredita se, lá no fundo, o coração vai por outro caminho. Isso gera frustração e descrença. Muito poucos acreditam de verdade, uma crença que vem da segurança do Eu superior. A maioria de nós não acredita; deseja. E embora esse desejo venha travestido de confiança, continua sendo, lá no fundo, apenas um desejo. Transforme-o em vontade (aquela do Eu superior), sinta que merece e acredite nisso. É difícil, mas não impossível, embora, com certeza, não seja da nossa essência. Para nós, o mais comum são os desejos, vibrados no corpo emocional, ditarem os nossos objetivos. Para isso se modificar, temos que compreender todo esse processo, amadurecendo nossa vontade e colocando nossos desejos sob o domínio da nossa mente. E a palavra mágica? Fé.


Valorize o que você tem de melhor: sua espontaneidade. Com ela, você é o que é, diz o que pensa, é verdadeiro no que sente, faz aquilo em que realmente acredita. Sendo espontâneo, você é natural, direto, sem subterfúgios ou máscaras. Isso permite, com maior facilidade, a apreensão de verdadeiros valores, a superação das frustrações, o reconhecimento da igualdade de direitos, o respeito às desigualdades como riquezas da vida e, principalmente, a conquista do amor e da verdadeira felicidade.


Tesouros da vida: amizade, respeito, liberdade, amor. Quem tem tudo isso pode se considerar afortunado. Quem não tem… bom, nunca é tarde para se tentar conquistar.

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