Preconceito, Não!


Cada pessoa é única, mas todos temos a mesma essência.  Ainda vivemos a segregação, julgando que estamos separados por fatores raciais, étnicos, culturais, econômicos, sexuais e sociais.  Mas essa separação não existe nem deveria servir para justificar o preconceito.

Diferença não é sinônimo de inferioridade.  Quando uma pessoa é diferente, ela só o é se comparada com a maioria.  Não fazer parte da maioria não significa que sejamos criaturas menores.  Trata-se apenas de uma escolha, um modo de vida, uma característica natural.  Nada disso pode ser visto como motivo para repúdio ou intolerância.

Temos que nos acostumar a ter respeito.  Mais ainda, precisamos desenvolver compreensão.  Às vezes, respeitamos porque seguimos regras de comportamento e educação.  Mas não entendemos, realmente.  Intimamente, julgamos, criticamos, condenamos.  Quando não falamos mal.  Tudo porque o orgulho nos faz acreditar que detemos o privilégio da verdade.

Quando compreendemos de verdade, não julgamos nem criticamos.  Silenciamos, quando não encontramos palavras doces nem amigas para dizer; falamos somente o necessário para ajudar.

Preconceito é coisa ultrapassada, de mentes que não conseguem acompanhar a evolução dos tempos.  Quando o tempo modifica conceitos, ele o faz atendendo à necessidade de afirmação de valores.  Não são novos valores.  Respeito não é um valor novo.  Sempre existiu.  Só que agora estamos sendo chamados a exercitá-lo de verdade, porque o homem já encontrou o caminho do discernimento.

Nada justifica o preconceito.  Jesus nunca discriminou ninguém.  Ao contrário, tratava cristãos, judeus e romanos com o mesmo amor.  Seria bom que nos mirássemos no exemplo dele.

Ninguém é mais, ninguém é menos; ninguém é melhor, ninguém é pior; ninguém é certo, ninguém é errado. Somos iguais porque fazemos parte da mesma humanidade, temos iguais direitos e deveres, mas não somos réplicas uns dos outros. Cada um de nós tem as suas particularidades, mas as diferenças que possuímos não nos tornam desiguais. O que realmente faz a diferença entre nós é o nosso caráter.

Sejamos evangélicos ou umbandistas, brancos ou negros, pobres ou ricos, muçulmanos ou judeus, heterossexuais ou gays, gordos ou magros, homens ou mulheres, intelectuais ou analfabetos… Ufa! O que isso importa? Somos todos humanos, somos todos iguais.

Que todos aprendamos a conviver como irmãos, que é a incontestável verdade do que realmente somos.

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