Como É Bom Sorrir!


Para o nosso dia ser mais feliz, temos que nos acostumar a sorrir, mesmo quando provocados pela agressividade do outro, que nada mais é do que um instrumento para despertar algo que precisamos ver e reconhecer em nós.

É claro que é difícil sorrir quando somos agredidos, mas se não respondermos à agressão, se conseguirmos manter a serenidade e a paciência, o sorriso vai voltar espontaneamente assim que o momento de tensão passar.

Temos que acabar com o mau-humor.  Ele é contagiante.  Vindo diretamente do nosso corpo emocional, impressiona outros corpos emocionais que, no momento, estejam mais sensíveis e aptos a captar-lhe a impressão.  O sorriso, por outro lado, refletindo um estado de espírito alto astral, também provém do corpo emocional, que vibra na intensidade da alegria e, consequentemente, é capaz de contagiar também.  Ou seja, somos capazes de enviar àqueles que nos rodeiam os sentimentos que decorrem do nosso mau-humor ou do nosso sorriso.  E cada um vai receber essas impressões como pode, de acordo com o seu estado de espírito, direcionado pelo princípio das afinidades.  Cabe a nós, portanto, escolher com que energias vamos nos afinizar.

Sorrir sempre não significa ser dissimulado quando estamos com raiva ou com vontade de chorar.  Temos, acima de tudo, que ser sinceros conosco.  O falso sorriso também não faz bem a ninguém.  Precisamos aprender a vivenciar o sentimento e, quando necessário, tentar transformá-lo em algo mais positivo e saudável.  Assim, se estamos com raiva, por exemplo, o melhor é reconhecê-la, assumi-la e então transformá-la.  Quando aprendemos a fazer isso com simplicidade e naturalidade, esvaziamos o corpo astral e abrimos espaço para sentimentos mais felizes e capazes de restabelecer em nós a capacidade de sorrir.

Transformar um sentimento que nos faz mal significa levá-lo ao outro extremo, ou seja, tentar fazer dele o sentimento inverso que vibra no lado oposto da mesma linha.  Para o ódio, amor; para tristeza, alegria; para irritação, tolerância; para inveja, admiração.  E por aí vai.  Nem sempre conseguimos fazer isso, contudo, o importante é tentar.  Sem a tentativa, não corremos o risco de fracassar, mas também não há vitória.  E quem não quer se sentir vitorioso sobre suas próprias dificuldades?  O que não podemos é deixar que as dificuldades nos vençam.

Assim, vamos compreendendo que o sorriso há de ser o nosso estado natural e permanente.  Feições duras, tristes, iradas, impacientes, debochadas e outras tantas, que só a natureza humana conhece, hão de ser transitórias.  Por isso é tão importante cultivarmos o sorriso.  Aos pouquinhos, vamos aprendendo a substituir nossas caretas pelo exercício constante de sorrir e, em pouco tempo, descobriremos que temos o poder de decidir se queremos ou não ser afetados pelas agressões externas.

Diante da vida, vamos exercitar mais o sorriso e contagiar aqueles que ainda não conseguiram aprender a liberar suas emoções de forma saudável, harmoniosa e feliz.

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